A próxima implantação do euro provocou,
de forma muito especial durante o terceiro trimestre do
ano, uma situação de expectativa no sector
do vending que, acompanhada de uma prudência razoável
nas compras, provocou a desaceleração nas
vendas do Grupo Azkoyen, no período Julho/Setembro
do presente exercício. Pese embora esta apatia
do mercado, a facturação durante os nove
primeiros meses situou-se nos 17.737 milhões de
pesetas (um aumento de 14,3% relativamente ao mesmo período
de 1999).
Esta situação, associada ao aumento dos
custos (subidas dos preços do petróleo
e das matérias-primas e a constante desvalorização
do euro) tiveram uma repercussão negativa no
resultado líquido do Grupo, que até ao
mês de Setembro, atinge 987 milhões de
pesetas (27,4% menos que o valor registado no mesmo
período do ano anterior).
Segundo fontes oficiais do Grupo Azkoyen, não
foi possível repercutir a totalidade nos preços
de venda. E esta diminuição das receitas
realça também o aumento de 8 pontos na
carga tributária.
A desaceleração das vendas, segundo as
fontes oficiais, deve-se ao atraso na venda de produtos
relacionados com a próxima introdução
do euro. Assinalam, igualmente, que é previsível
uma clara mudança de tendência no sector
para o quarto trimestre do presente ano, tendo em conta
os pedidos já existentes. E principalmente, no
ano 2001, esperam-se importantes crescimentos nas vendas
de produtos, uma vez que o parque de meios de pagamento
deverá estar totalmente adaptado à nova
moeda europeia no dia 31 de Dezembro de 2001.
No que toca aos investimentos durante os nove primeiros
meses deste ano, o Grupo Azkoyen continuou as suas previsões,
destinando 1.103 milhões de pesetas a investimentos
em imobilizado e 844 milhões a despesas, afectadas
na totalidade à conta dos resultados do exercício
a que correspondem, em investigação e
desenvolvimento (I+D).
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